Uma história de Natal

Trecho do filme “Eight Below” . Eu acho esta história emocionante, perfeita para o Natal. Assistindo este video, eu  afirmo que os cães jamais nos deixam para trás. Eles ficam ao nosso lado mesmo que isso custe as suas vidas!

Em busca do sonho da posse responsável!

Wonderful World

Sim, realmente vivemos num mundo maravilhoso! Não entendo porque continuamos a destruí-lo.

Cenas da série de documentários Life da BBC.

Beleza: Preço alto demais para se pagar

Apesar de também ter publicado no meu tumblr, acho este assunto importante demais e resolvi postar aqui também!

“É necessário que as mulheres entendam que a beleza, às vezes, exige um preço alto e desnecessário. Eu amo meu cachorro e meu coelho(eles são praticamente meus bebês) e isso me deixa triste(e até doente) saber que animais são usados como ferramentas para determinar que um produto é seguro para uso humano. HÁ ALTERNATIVAS!
Algumas marcas que NÃO testam em animais:
* Mac
* urban decay
* AVON
* Barry M
* Bobbie brown
* e.l.f
* Revlon
* too faced

Obviamente existem outras marcas. Mas por favor, verifique antes de comprar! “

Visto em karinakaos.

Nem todo produto verde é ecologicamente correto

Ao ler esta matéria na revista Galileu, fiquei decepcionada. Acredito que assim como eu, muita gente também ficou muito decepcionada com a divulgação do estudo da química Cara A.M. Bondi e sua equipe. Eles conseguiram mostrar que os produtos “verdes” não são tão bonzinhos assim como se denominam. Seus experimentos revelaram que muitos destes produtos podem ter petróleo em sua composição.

Para chegar a esta conclusão, a equipe de Cara utilizou a técnica de datação por carbono 14 – utilizado para a análise de carbono em fósseis, tecidos e outros artefatos. Vários produtos e marcas foram analisados. A concentração de carbono de origem vegetal variou bastante de marca para marca, mas nenhum deles comprovou ter origem 100% vegetal. O que se pode afirmar é que os produtos “verdes” possuem mais carbono vegetal em sua composição do que os seus correspondentes normais.

A pesquisa ainda mostrou grande diferença entre o que está informado nos rótulos destes produtos e sua real composição. Um produto que afirmava ser “livre de derivados do petróleo” , tinha apenas  69% de carbono à base de plantas, deixando o restante para ser derivado do petróleo.

Triste saber que em tempos estes, empresas ainda continuam enganando o consumidor e usando o meio ambiente como escudo!

Visto aqui!

Biodegradáveis

Cada vez mais, a sociedade está preocupada em adotar e incentivar hábitos que nos leve a reduzir o impacto que causamos no meio ambiente. Empresas buscam novas formas de produzir, inventam novos produtos, apresentam antigos produtos com nova roupagem para atingir este objetivo.

Uma tendência, que está chegando aqui no Brasil, é o uso de produtos biodegradáveis. Estes produtos podem ser decompostos pelos microorganismos, perdendo suas propriedades químicas nocivas ao meio ambiente. O mais popular por aqui são os sacos plásticos biodegradáveis, mas quem estiver atento pode ver estes produtos nas prateleiras do supermercado. São produtos de limpeza e higiene que convidam o consumidor a trocar os produtos convencionais por uma opção que não agride tanto o meio ambiente.

Eu nunca tinha parado para pensar sobre estes novos produtos e também nunca me lembrava de procurar por eles nas minhas compras no supermercado. Como acho a idéia fantástica, resolvi tentar estas novas opções na minha próxima compra. Porém, como eu já esperava, esta troca não é tão simples assim. Os produtos biodegradáveis tem um custo, em torno de 30%, superior ao custo dos produtos convencionais. Será que nossa sociedade está pronta para esta troca?

É claro que eu concordo que o uso de produtos biodegradáveis é um ótimo começo para diminuir a poluição e degradação do meio ambiente. Porém, vejo como um desafio grande convencer as classes base da pirâmide social a realizar esta troca. Os produtos biodegradáveis precisam popularizar-se em preço e acesso. Não podemos esquecer que a população é formada em sua maioria por pessoas com restrições financeiras e o grande impacto ambiental atual é causado pelos produtos utilizados por este grupo.

ArteImproviso

Encontrei o trabalho do Cleber “Pado” Padovani em algum tweet. Guardei o link e resolvi olhar com mais calma depois. O trabalho do artista Pado é um pouco diferente do que eu estou acostumada a ver. Sua obra tem influência da street arte usa a paisagem urbana como fonte de inspiração. O que realmente despertou meu interesse foi o tipo de material que Pado usa em suas obras: sobras de eletrodomésticos, refugos de lycra, sobras de cenografia de eventos, fios, madeira e etc. O artista  se apropria daquilo que julgamos não ter mais utilidade e atribui um novo significado a estes objetos e transformando-os em arte.
Eu adorei o trabalho do Pado e talvez você já até tenha visto alguma obra dele pelas ruas de São Paulo. Mais informações, acesse o blog do arteimproviso.

Escova dental e seu impacto ambiental

Cada vez mais, as empresas estão investindo em soluções que diminuam o custo do produto e tragam, como bônus, o rótulo de que o produto tem impacto ambiental mínimo. Acho que  a iniciativa mais comum é o uso de refis. É fácil encontrar refil para o seu hidratante, sabonete líquido e até para alguns produtos de maquiagem. Isso é muito legal, pois você paga mais barato no refil e ainda não descarta a embalagem original no meio ambiente. Mas, daí eu comecei a pensar, por que as empresas não fazem refis para as escovas de dente?

As escovas dentais possuem super cabos de borracha que permitem maior segurança na escovação, mas após alguns meses o que você faz? Você descarta este super cabo de borracha porque as cerdas da escova perderam sua eficácia. Não seria muito mais inteligente descartar a parte que contém as cerdas e continuar usando o cabo emborrachado?

As escovas elétricas já seguem este princípio, você descarta a parte superior da escova e compra o refil. Então eu acredito que não deva ser algo tão difícil assim de se fazer. Por que será que a Oral-B ou a Colgate não tomam esta iniciativa? Será que é economicamente inviável?

Pode parecer uma grande bobagem tudo isso, mas, segundo os dados da Fundação JV, no ano de 2008 623.000.000 de escovas de dente foram para o lixo. Isto representou 0,92% de todo o lixo produzido pela humanidade naquele período. No mesmo ano, a fabricação de escovas de dentes representou 1,5% do monóxido de carbono emitido para atmosfera.

Please, We MUST have to!

Visto em Pieces of nothing.

Economize água

Vi este “esguicho” ou hose nozzle e pensei “Nossa, porque ninguém teve esta idéia antes?”. Você sabe quantos metros cúbicos de água você gasta para lavar o carro? Lavar o quintal? Regar as plantas? Este esguicho marca quantos metros cúbicos de água você está utilizando. Eu acredito que se temos consciência de quanto estamos gastando, tomamos um susto e passamos a economizar.Visto aqui.

Celular Verde

A bola da vez é desenvolver eletrônicos verdes, isto é, aparelhos eletrônicos que apresentem maior eficiência energética, possibilidade de reciclagem e/ou menor uso de substâncias tóxicas.

Navegando pela net, não é que eu encontrei um projeto da Nokia para um celular que funciona a base de coca-cola?

A Nokia queria um celular que fosse amigo da natureza e em seu projeto, o designer Daizi Zhen, descobriu que a bateria dos telefones celulares é uma das grandes vilãs para a natureza pois consome muitos recursos em sua fabricação e apresenta muitos problemas ao meio-ambiente ao ser descartada. A idéia do projeto foi desenvolver uma “bio-bateria” que apresentasse impactos pequenos ao meio-ambiente.

A bateria deste celular “verde” da Nokia gera energia a partir de carboidratos. Desta forma, para alimentar seu celular você precisa apenas de uma bebida doce(a coca-cola por exemplo) que a bateria irá consumir e transformar em água e oxigênio. Adorei!


Visto aqui!

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